Sexo com calma

5 02 2009

Achei esse artigo por aí na internet um dia desses. Veja o que você acha.

“Cursos que ensinam a massagem tântrica e a prática do sexo tântrico ganham adeptos que buscam romper as convenções do sexo. Tantra traz à cabeça horas de práticas sexuais sem ejaculação. Mas o buraco é mais embaixo: O Tantra visa a voce cair na real, e o objetivo não é a finalização. Quando você consegue fazer isso a sua mente para de funcionar e a energia começa a fluir, diz o terapeuta Ananda Prem. “O mito da ejaculação é uma interpretação errônea. O que importa é o bom uso da energia sexual, tanto faz se voce ejacula ou não, desde que saiba usar esta energia” . Junto com Dasya Devi e Roberta ele mantém uma clínica – apropriadamente intitulada Tantra Terapia – na zona Sul de São Paulo, onde oferece serviços e cursos de Massagem Tântrica individuais e Maithuna (prática se sexo tântrico) para casais. Segundo Dasya, “a massagem não trabalha a estrutura muscular. É um trabalho de percepção para desenvolver a sensibilidade, é bem sutil. Por meio da pele a pessoa percebe o corpo dela com mais plenitude, e aprende que o toque em qualquer parte do corpo pode ser prazeiroso”. Por isso, quem recebe a massagem tântrica deve ficar totalmente nú. “A massagem Tântrica é um pequeno capítulo do Tantra que muito contrariamente do que se imagina, não tem nada a ver com sexo, como nós assim conhecemos. As zonas erógenas são são uma convenção, no tantra você parte para e experiencia direta e rasga as convenções, diz Ananda. ” Os processos da sexualidade são reprimidos a medida que o ser humano vai crescendo e se contaminando. Com as nossas práticas acontece uma naturalização. É um processo ligado a desrepressão”. As aulas exigem dedicação: “Para um casal conseguir se desconectar de seus costumes demora. São pelo menos duas horas e meia, diz Dasya. Na Maithuna, o homem fica praticamente imóvel, e só a mulher quem se movimenta. Nos níveis adiantados, ela apenas contrai os musculos vaginais. ” O sexo acontece praticamente sem fricção, diz Ananda. “Por questões sociais e culturais, o ser humano foi muito castrado. Quando você começa um processo de auto-conhecimento, as primeiras arestas que você começa a perceber são do universo da sexualidade. Nas sociedades matriarcais, onde o Tantra foi desenvolvido, como não existiam processos de repressão sexual, todo o Tantra era tratado no nível do coração. Quando você trabalha isso, chega a uma plena aceitação de quem você é, e não apenas das partes boas, voce tem um manancial de elementos para trabalhar. É o trabalho com o lado obscuro de todos nós, porque o lado claro é aquela parte que aprendemos a colocar para a sociedade: todos os sentimentos rotulados como negativos, você tem que conter. É pra você parar de brigar consigo mesmo, diz Ananda.”

 

Resumindo então, o tantra não é um dogma, uma religião ou seita como muitos falavam. Apesar de ter todo esse lance de energia, o tantra nada mais é que uma forma mais tranquila de fazer o sexo, aproveitar mesmo cada instante e cada palmo do corpo da sua(seu) parceira(o). Experimente viu. Vale muuuito a pena. 😉

Abçs.





História pra boi acordar #1

12 12 2008

Depois de alguns dias sem escrever (provas da faculdade e vestibular da UFMG), resolvi estreiar essa coluna. Serão crônicas, textos e afins pra você digitar com uma mão. Não é pra vulgarizar o blog não. Mas me diz se em casa você tem o hábito de sentar na sala com seus parentes, suas visitas e contar histórias assim?? Não né, só fora do ninho mesmo.

😉


Fica de quatro para mim, fica.


E em todas as noites essa voz ecoa na minha cabeça. Rouca, firme e incisiva. Ele quase nunca sabe o que quer, mas nessas horas tem a certeza de que aquele é o momento certo para pedir; e que tal pedido vai fechar o sexo tão logo eu me apoiar nos joelhos e empinar os quadris.

 

Por causa de frases como essa, as masturbações diárias têm se tornado cada vez mais ativas. Deixou de ser a coisa serena da manipulação do clitóris para se tornar um rolar para lá e para cá, uma gama de arfadas, de gemidos nada contidos, simulações de beijos, palavras fortes e apertos intensos. E quase há outra de mim na cama fazendo sexo comigo, a terceira pessoa que sou eu mesma. E me entrego toda a mim, simulando os toques selvagens ou as carícias ternas de acordo com meu humor do dia.

 

Conforme a coisa esquenta, me pego ouvindo a voz bem nítida e me coloco na posição solicitada, pronta para remexer os quadris devagarzinho até bambear as pernas e gozar. E quase sou capaz de sentir a maneira como ele fica dentro de mim depois do orgasmo, entrando e saindo de forma muito lenta. E o perfume impregna o quarto e os pêlos imaginários se espalham pelo lençol. 

É curioso como todo esse ritual sozinha soa satisfatório, e percebo que gosto mais da expectativa do que do jogo. Ainda mais agora que tenho imagens bem nítidas para olhar enquanto estimulo corpo e ego.

 

Meu êxtase é conduzir a brincadeira do meu jeito e, cada vez mais, o outro faz da distância física um bem e parece menos necessário. A voz rouca continua ecoando, me pedindo para abrir ou fechar as pernas, pedindo para empinar mais os quadris, mas agora isso acontece sempre que quero. Esse é o barato da coisa. As alucinações andam muito reais e de repente a realidade nem desperta tanta ânsia. Isso porque o sexo comigo ainda continua sendo a melhor coisa – seja na minha opinião ou na opinião dos outros.

 

 

Texto retirado do blog 6° Sexo




Quando você chega no objetivo rápido. Muuuuuito rápido.

22 10 2008

Não tem como. Se não aconteceu, um dia irá acontecer com você. Ejaculação precoce. É lei pra todo homem. É uma constante da natureza tal qual amigos zoadores, cravos e espinhas ou sogra enjoada. Resumindo, é uma praga que não tem como você fugir dela.

“Tudo bem, começo a ver que isso é normal. Mas o que fazer quando acontecer? Como evitar? Quais as causas?”
Bem… Continue lendo aí.

O que causa a EP?

São vários os fatores. Stress e má alimentação são duas razões que correm por fora e quase ninguém dá atenção.
Mas os principais são:

1. Alta excitabilidade: homens que se excitam excessivamente são em geral portadores de ejaculação precoce.

2. Ansiedade: essa é a principal causa de EP. Ansiedade é resultado de medo ou preocupação excessiva. Geralmente, os homens que fazem sexo com preocupados com o seu desempenho (agradar ou não a parceira, serem ou não aceitos, tamanho de seu pênis, culpa, medo e etc) tendem a ter EP.

3. Causas Orgânicas: bem mais raras, as causas orgânicas de EP estão relacionadas com:

  • fimose obstrutiva;
  • lesões na inervação motora ou sensitiva do pênis;
  • alterações vasculares, como a incompetência veno-oclusiva ou fuga venosa (nestes casos a EP é precursora da impotência sexual).

Possíveis tratamentos

A maior parte dos casos de EP necessitam de tratamentos psicoterapêuticos, que tem o objetivo de educar o indivíduo no controle de sua ansiedade. Contudo, técnicas de relaxamento e dessensibilização progressiva são utilizadas com bastante sucesso.

Tratamento com medicamentos antidepressivos/ansiolíticos tem obtido índices de sucesso na faixa de 87% de cura num prazo entre 30 e 60 dias de tratamento.

Mas a cura efetiva mesmo vem de você.

Respire

Quase ninguém percebe, mas respirar direito ajuda a controlar a ejaculação. Isto acontece porque fazendo algumas respirações profundas irá ajuda-lo a relaxar e acalmar a tensão sexual que leva à EP. Faça respiraçõs profundas várias e várias vezes, até ficar habituado a fazê-la a qualquer momento.

Comunicação

A comunicação é outra das chaves para ter sexo de longa duração. Deixe a sua parceira saber quando estiver quase lá e sobre o que você consegue ou não aguentar. Isto envolve a conversa constante, fora da cama ou nela (o famoso hard talk). Ações bruscas e repentinas são muitas vezes mal interpretadas.

Ansiedade

Outra causa da EP é a ansiedade, medo ou desconforto com a parceira. A ejaculação precoce é menos provável de acontecer quando os casais se conhecem bem, e se sentem confortáveis um com o outro. E se estiverem num local tranquilo, sem preocupação nenhuma (então, já viu que se o quarto dela “divide parede” com o dos pais, complica, né?!).

A segunda vez sempre é mais longa. Então se você teve EP na primeira, não deixe sua parceira perder o ritmo. Continue estimulando ela, afinal, você não pode esquecer que ela TAMBÉM está ali, mas não deixe isso dominar a sua mente, porque, com certeza, será um outro agravante. Depois que tiver pronto novamente, voltem a ter relações.

Cremes

Cremes que diminuem a sensibilidade sentida pelo homem durante a relação sexual, são uma opção para contornar este problema, pois permitem a relação sexual durar mais tempo. Geralmente são aplicados na glande (onde tem mais terminações nervosas) e a deixam dormente. O mal que em alguns homens a sensibilidade é reduzida drasticamente e pode haver reações alérgicas também. Então essa opção deve ser encarada com uma última alternativa e não ser usada sem antes consultar um dermatologista.

Preservativos

É importante, todo mundo já está cansado de saber. Evita qualquer susto que você VAI TER QUE LEVAR pro resto da vida, além das dst’s. Os preservativos também reduzem a sensibilidade, logo a estimulação durante o sexo. Além disso, diminuem a irritação na vagina da parceira. Estes preservativos retardantes, contém benzocaína dentro deles, que funciona como base dos cremes que retiram a sensibilidade.

Posição sexual

O tipo de posição sexual também determina e afeta a capacidade de duração da relação sexual. O “Papa-e-mamãe” é considerada a melhor posição para controlar a ejaculação. Mas como também depende de cada um, experimente diversas posições de acordo com que o faz sentir melhor.

Técnica do aperto

Bem, essa já uma maneira mais prática de amenizar a situação. Você pode fazer tanto na masturbação quanto na relação (é melhor até no segundo, porque você pede uma ajuda da parceira e com isso, acaba desenvolvendo um entrosamento com ela).

O jogo é simples. No momento que você está preste a ejacular, pressione a glande (totalmente ou só a parte frontal e inferior, onde corre o canal que expele o sêmen) até a vontade diminiur. Repita o quanto for necessário. Mas no início talvez você tenha um bom senso do seu “ritmo”, então, nada mais natural do que você passar do ponto nas primeiras tentativas. Só que, lembre-se, respeite os seus limites.

Treinar os músculos pélvicos (a bacia rapaz)

Músculos pélvicos bem desenvolvidos permitem um melhor controle e dão a consciência do que se passa em volta. Os músculos pélvicos mais baixos são os usados para parar e iniciar o todo o processo de ejaculação. Contraia estes músculos durante 4 segundos, e relaxe-os por 4 segundos, repita isto dez vezes. Pode fazer isto em qualquer altura e em qualquer lugar. Eventualmente conseguirá fazer cerca de 100 por dia com 10 segundos cada contracção.

Método Para/Começa

Um homem pode crer que um “homem verdadeiro”deve dar sempre prazer a uma mulher. Este tipo de pensamento não só está errado como é prejudicial. O método Pára/Começa foca-se em redireccionar o tipo de pensamento que leva à ejaculação precoce. O método Pára/Começa pretende alterar este tipo de comportamento, o homem é encorajado a masturbar-se usando a técnica de stop/arranque para ganhar mais controlo sobre as suas respostas e a sua urgência em ejacular demasiado rápido.

Técnica:

  • Deixe algum tempo disponível, para se masturbar com as mãos secas;
  • Volte a masturbar-se quase até ao ponto da ejaculação e depois pare;
  • Faça isto umas 3 vezes;
  • Na quarta você pode ficar sossegado.

Depois de ter alcançado esta medida de controle, pode tentar masturbar-se com a mão úmida, pois simula um pouco mais o interior da vagina.

Diminuir a pressão sexual

Muitos homens que sofrem de EP sentem-se frustrados e muitas vezes envergonhados (dããã… é mesmo??). Falar com um médico, ou um terapeuta sexual é sempre uma boa idéia, pois ajuda a determinar a causa do problema que pode ser física ou psicológica, como vimos.

Enquanto experimenta algumas opções de tratamentos, considere retirar a pressão do lado sexual do seu relacionamento. Muitas mulheres gostam da penetração, mas também sentem grande prazer nas preliminares, preferindo muitas vezes a estimulação manual ou oral à própria penetração. Fazer uma ligação desta maneira ajudará a restabelecer um elo físico sexual com o parceiro. Retirando a ênfase do coito, pode retirar a preocupação de ejacular cedo demais – e pode ajudar a criar a fundação para uma relação sexual mais satisfatória.

Pensamento

A ejaculação precoce pode ser controlada com paciência, esforço e conhecimento. Informe-se; este deve ser o primeiro passo a dar. Depois de reconhecer o problema, está a meio caminho da sua superação. Superar o problema, mental e fisicamente é muito mais fácil quando ambos os parceiros estão envolvidos, com pleno conhecimento sobre a situação e abertos para falar sobre ele.

Então rapaziada, estão aí algumas dicas. A base é calma e confiança em si. Confiança na parceira também é importante. E com o auto-conhecimento e deixando de lado a frustação, sabendo que isso é uma desgraça coisa natural, você tira de letra. No mais, é só praticar, praticar, praticar…. 😉

Abçs

Até a próxima





O Ponto G e uma novidade: vacina diz ser capaz de estimulá-lo!

13 10 2008

Enquanto alguns casais ainda se empenham para tentar encontrar o tal ponto G, que garantiria um prazer feminino sem igual na hora da penetração, alguns médicos propõem um atalho polêmico para se atingir finalmente o alvo. A idéia é aplicar uma injeção intravaginal de colágeno para aumentar essa região e torná-la mais sensível.

Patenteada nos Estados Unidos como G-Shot, a injeção é mais conhecida no Brasil como a técnica que promove o aumento do ponto G – e está longe de ser popular. Poucos médicos admitem aplicar o procedimento que custa cerca de R$ 2,5 mil e que não é reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

A aplicação do colágeno também não tem a aprovação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso na cavidade interna da vagina, apenas para o preenchimento cutâneo, ou seja de lábios e rugas. Porém, por meio de sua assessoria, a Anvisa declarou que não pode interferir na ação dos médicos que indicam a técnica para as pacientes e que, portanto, devem se responsabilizar sobre as conseqüências.

Como funciona?
Segundo o cirurgião plástico Murilo Caldeira, que usa a técnica, uma anestesia é aplicada a 4cm da entrada do canal vaginal, na região superior (a região onde se encontra o tal ponto G), e, em seguida, é injetado o produto (cerca de 1cm3). A aplicação resulta em um leve aumento do local.

De acordo com os defensores da técnica, ao inflar o ponto G, a excitação teria maiores chances de acontecer. Para a psicóloga e terapeuta sexual Eliete Medeiros, a novidade é semelhante ao uso de próteses para aumentar o tamanho do pênis. “Após recorrer a essa alternativa, a mulher pode ficar mais autoconfiante e, como conseqüência, estará mais aberta psicologicamente”, acredita.

A especialista não recomenda o “aumento do ponto G”. De acordo com Eliete, o caminho para a satisfação sexual é o autoconhecimento. “O ponto G fica saliente por causa do estímulo sangüíneo que infla a região em decorrência da excitação. A mulher que diz não ter esse ponto é porque nem excitada fica. O caminho é se conhecer, se tocar e, claro, dividir isso com o parceiro”, esclarece.

Opinião semelhante tem Darlene Paula Nunes, ginecologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, que credita o sucesso do método ao suporte psicológico que ele dá à mulher. “O nódulo gerado na vagina é significativo, do tamanho de um botão, mas não posso comentar sobre as suas conseqüências. Faltam estudos sobre o assunto, é ainda algo muito novo”, explica a médica que conheceu a técnica durante os exames de rotina de uma paciente, que teve o ponto G “aumentado” em uma clínica de estética.

Darlene não descarta ainda a possibilidade de alergias provocadas pela substância. “Podem ocorrer reações alérgicas, uma vez que há pacientes que reagem até mesmo aos produtos usados em exames ginecológicos”, afirma.

Teorias, polêmicas e dúvidas à parte, o fato é que a esteticista Elizabete da Silva, 32 anos, sentiu uma melhora significativa entre quatro paredes. “Estou me sentindo 100% realizada. Agora estou confiante”, disse.O procedimento, segundo Eizabete, é praticamente indolor. “Senti apenas a picadinha da anestesia”, conta.

Casada desde 2004, ela recebeu a aplicação de colágeno há três meses e contou que não imaginava que seria tão fácil resolver um problema que já a estava deixando desanimada. “Não abandono essa injeção nunca mais. Se tivesse que fazer de novo, faria sem pensar”. No entanto, a reaplicação em Elizabete ainda não é necessária.

Segundo o cirurgião plástico Murilo Caldeira, os efeitos duram por cerca de um ano, depois disso o colágeno é absorvido pelo organismo, daí a necessidade de uma “recarga”. Para o médico Caldeira, o único inconveniente da técnica é o resguardo sexual. “A mulher deve ficar 15 dias sem ter relações sexuais para que o produto se fixe e o volume seja definido,” explica.

Mas, afinal, esse ponto realmente existe?

Polêmica antiga essa. Tem gente que fala que sim, tem gente que fala que não…

Segundo o médico alemão Ernst Gräfenberg – o primeiro a estudar em 1950 as diferenças do tecido da vaginal – sim. Essa região é mais sensível e, quando estimulada durante a penetração, pode se expandir até atingir o tamanho de uma pequena moeda. O resultado é um intenso orgasmo. A título do curiosidade, o nome “Ponto G”, amplamente conhecido após 80′, é em homenagem à esse médico. Na verdade, o nome dessa região é Ponto Gräfenberg.

E aí em baixo, segue uma ilustração que pode fazer muita gente ficar….. feliz.

Eis suposto caminho da mina. (Mina de riqueza, viu)
Eis o suposto caminho da mina. (Mina de riqueza, viu)

Para ajudar a sua “criatividade”, imagine um relógio, ao fundo da vagina e “procure a posição das onze horas”. Bem, se é exatamente LÁ eu não tenho certeza. Mas acredite, a mulher “responde” a isso, dá resultados significativos. 😉

Texto adaptado do portal Terra

Aproveite agora, e responda à nossa nova enquete.

Abçs.





Por que elas “mentem”??

1 10 2008

Bem, eu achei que já estava na hora de começar a falar de um assunto, vamos dizer assim, “comum de dois gêneros”. Não é pra ser apelativo não, mas é porque é do interesse de tudo mundo, porque grande parte da dúvida dos jovens está relacionada a isso e é algo que vamos levar por toda vida. Situações que podem acontecer a qualquer momento, em qualquer idade.

Então, pra começar, vamos tocar em um assunto polêmico (oohhh… sério mesmo??!!).

É constrangedor. É muuuito comum. E se acontece, é porque tem alguma coisa bem errada. Eu estou falando de” orgasmo fingido”, orgasmo falso… chame como preferir. Mas na realidade, sabemos que há mulheres que se vêem na situação de fazer isso. Este não é um grupo seleto e isso não acontece poucas vezes. Quantas de vocês que estão lendo este post agora, nunca fizeram isso? Se você respondeu nunca, então deve ser porque ainda é virgem.

Agora vamos tentar organizar toda essa situação. Por que que isso acontece? Nas conversas que eu já tive, a maioria das garotas dizem que é pra não frustrar o parceiro, o namorado. Não rola aquele famosa química direito, às vezes elas estão indispostas, as preliminares não as preparam direito ou ainda (o que eu acho ser a principal razão), o cara não consegue fazer direito, não as satisfazem.

E sinceramente, o cara tem que ter muuuita vergonha se a mulher chegar a fazer isso. É sinal que ele não a conhece direito. Não sabe o que está fazendo. E não tem a menor sensibilidade para perceber que não está tudo bom para os dois (o que é pior ainda).

Isso tem quer ser resolvido pelos dois. O homem, perceber tudo o que está acontecendo (ou não) e a mulher falar para o seu parceiro, para o namorado, que o sexo não está a satisfazendo. Independetemente se for um encontro casual ou se a relação já tem um tempo, deve haver entrosamento na cama. Não é só química, tem que ter a matemática também, tem que ficar no 1 x 1, 2 x 2, 3 x 3… E nada melhor que um bom bate-papo pra esclarecer tudo, sem preconceitos, sem inibição. Porque o prazer tem existir para os dois. Senão nada flui, nada vai pra frente e fica aquela frustração por alguma das partes.

É importante que antes dos finalmentes haja bastante carinho, tanto do homem quanto da mulher, todo aquele lance de pele… Conhecer mesmo o corpo do outro. Isso é muito gostoso. Só que antes disso você deve SE conhecer, que é para alertar o outro quando for necessário: “Não gosto de carinho assim.” ou qualquer coisa parecida, pra não haver nenhum desconforto mesmo e tudo seja bastante prazeroso, como deve ser.

 

Então resumindo:

– Mulheres: se o sexo não está legal, avisem. Ninguém gosta de mentiras. Inclusive na cama.

– Homens: mais atenção com elas e bastante carinho que tudo vai ser ótimo pra todo mundo.

 

E só pra lembrar (o que que custa??), segurança sempre galera. Camisinha toda vez. Melhor perder um pouco de tempo, mas ir com a consciência tranquila pra casa.   😉

 

Abçs