Achei esse artigo por aí na internet um dia desses. Veja o que você acha.
“Cursos que ensinam a massagem tântrica e a prática do sexo tântrico ganham adeptos que buscam romper as convenções do sexo. Tantra traz à cabeça horas de práticas sexuais sem ejaculação. Mas o buraco é mais embaixo: O Tantra visa a voce cair na real, e o objetivo não é a finalização. Quando você consegue fazer isso a sua mente para de funcionar e a energia começa a fluir, diz o terapeuta Ananda Prem. “O mito da ejaculação é uma interpretação errônea. O que importa é o bom uso da energia sexual, tanto faz se voce ejacula ou não, desde que saiba usar esta energia” . Junto com Dasya Devi e Roberta ele mantém uma clínica – apropriadamente intitulada Tantra Terapia – na zona Sul de São Paulo, onde oferece serviços e cursos de Massagem Tântrica individuais e Maithuna (prática se sexo tântrico) para casais. Segundo Dasya, “a massagem não trabalha a estrutura muscular. É um trabalho de percepção para desenvolver a sensibilidade, é bem sutil. Por meio da pele a pessoa percebe o corpo dela com mais plenitude, e aprende que o toque em qualquer parte do corpo pode ser prazeiroso”. Por isso, quem recebe a massagem tântrica deve ficar totalmente nú. “A massagem Tântrica é um pequeno capítulo do Tantra que muito contrariamente do que se imagina, não tem nada a ver com sexo, como nós assim conhecemos. As zonas erógenas são são uma convenção, no tantra você parte para e experiencia direta e rasga as convenções, diz Ananda. ” Os processos da sexualidade são reprimidos a medida que o ser humano vai crescendo e se contaminando. Com as nossas práticas acontece uma naturalização. É um processo ligado a desrepressão”. As aulas exigem dedicação: “Para um casal conseguir se desconectar de seus costumes demora. São pelo menos duas horas e meia, diz Dasya. Na Maithuna, o homem fica praticamente imóvel, e só a mulher quem se movimenta. Nos níveis adiantados, ela apenas contrai os musculos vaginais. ” O sexo acontece praticamente sem fricção, diz Ananda. “Por questões sociais e culturais, o ser humano foi muito castrado. Quando você começa um processo de auto-conhecimento, as primeiras arestas que você começa a perceber são do universo da sexualidade. Nas sociedades matriarcais, onde o Tantra foi desenvolvido, como não existiam processos de repressão sexual, todo o Tantra era tratado no nível do coração. Quando você trabalha isso, chega a uma plena aceitação de quem você é, e não apenas das partes boas, voce tem um manancial de elementos para trabalhar. É o trabalho com o lado obscuro de todos nós, porque o lado claro é aquela parte que aprendemos a colocar para a sociedade: todos os sentimentos rotulados como negativos, você tem que conter. É pra você parar de brigar consigo mesmo, diz Ananda.”
Resumindo então, o tantra não é um dogma, uma religião ou seita como muitos falavam. Apesar de ter todo esse lance de energia, o tantra nada mais é que uma forma mais tranquila de fazer o sexo, aproveitar mesmo cada instante e cada palmo do corpo da sua(seu) parceira(o). Experimente viu. Vale muuuito a pena.
Abçs.






